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Modelário

Contrato de Aluguel de Terreno

Modelo revisado em

Preencha e baixe um contrato de aluguel de terreno urbano em PDF, com uso definido, IPTU, construções e retomada. Grátis, sem cadastro.

Área, medidas, muros e a matrícula.

Estacionamento, depósito, food park — o uso, e só ele.

O valor por extenso é escrito automaticamente.

Quem paga IPTU, água e luz do período.

O que pode instalar, o que é vedado, e o destino na saída.

Modelo para uso comum. Não substitui orientação de advogado ou contador.

O que é um contrato de aluguel de terreno?

O contrato de aluguel de terreno formaliza a locação do lote urbano sem construção: o uso definido (e só ele), o IPTU com dono, o prazo — e a cláusula que decide tudo, a de construções: o que pode ser instalado, o que é vedado e o destino de cada coisa na devolução, porque a lei manda a obra aderir ao solo.

Quando usar o contrato de aluguel de terreno?

Quando o lote parado vira renda: o estacionamento do centro, o depósito da construtora vizinha, o pátio de manobras, o food park. O aperto de mão típico desses arranjos deixa as três bombas armadas: a construção que "ficou de presente", o IPTU sem dono e o uso que derivou para o que ninguém autorizou.

  • Terreno como estacionamento

    O uso clássico do lote central — com guarita removível e a responsabilidade da atividade com o locatário.

  • Depósito de materiais e pátio

    A construtora, a transportadora e o mercado ao lado pagam bem pelo espaço — com a devolução limpa em cláusula.

  • A vaga avulsa, não o lote

    Para alugar vaga de garagem, o contrato específico é outro.

    Ir para Contrato de Aluguel de Vaga de Garagem →
  • Terra para produzir

    Lavoura e pasto não são locação urbana: o regime é o do arrendamento rural, com o Estatuto da Terra.

    Ir para Contrato de Arrendamento Rural →
  • O muro do terreno como mídia

    O lote de esquina ainda rende o muro — pela cessão de espaço publicitário, contrato à parte.

    Ir para Cessão de Espaço Publicitário →

Modelo de contrato de aluguel de terreno preenchido

Assim fica o documento pronto. O exemplo abaixo é gerado pelo mesmo motor que monta o seu arquivo, com dados fictícios no lugar dos seus — é exatamente o que sai no PDF, não uma ilustração.

Contrato de Locação de Terreno

LOCADOR: Maria Oliveira Santos, inscrito(a) no CPF/CNPJ sob o nº 111.444.777-35.

LOCATÁRIO: Maria Oliveira Santos, inscrito(a) no CPF/CNPJ sob o nº 111.444.777-35.

Cláusula 1 — Objeto e uso

O locador aluga ao locatário o terreno situado em Rua das Acácias, 120, apto 43, Jardim Paulista, Campinas/SP — lote urbano de 450 m² (15x30), murado, com portão, matrícula 12.345 do RI de Maringá/PR —, regendo-se a locação pela Lei 8.245/1991 (locação não residencial). Uso permitido: estacionamento rotativo de veículos leves, vedado qualquer outro uso. É vedado ceder, sublocar ou emprestar o terreno sem consentimento escrito.

Cláusula 2 — Valor e encargos

O aluguel mensal é de R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais), com vencimento no dia 5, reajustável anualmente pelo IPCA. Encargos: IPTU por conta do locatário, pago com o aluguel mediante apresentação da guia; água e luz, se ligadas, também.

Cláusula 3 — Construções

vedada qualquer construção em alvenaria; permitidas apenas instalações removíveis (guarita pré-fabricada, cobertura desmontável), retiradas pelo locatário na devolução, sem direito a indenização ou retenção

Cláusula 4 — Prazo e devolução

A locação vigora por 24 meses, a partir de 01/11/2026, com devolução mediante aviso de 30 dias após o término. Na devolução, o terreno será restituído limpo, livre de pessoas, coisas e instalações do locatário, no estado em que recebido. O locatário responde pelo uso que der ao terreno perante vizinhos e poder público, inclusive por licenças da atividade que nele exercer.

Cláusula 5 — Disposições finais

a limpeza e a capina periódicas do terreno correm por conta do locatário

Campinas, 12 de março de 2026.

Maria Oliveira Santos — Locador
Maria Oliveira Santos — Locatário
Testemunha 1 — nome e CPF
Testemunha 2 — nome e CPF

Nomes, documentos e valores são inventados, apenas para mostrar o formato. Preencha o formulário no alto da página para gerar o seu.

Modelo em branco para baixar

Se preferir preencher à mão ou editar o texto, baixe o modelo vazio. O arquivo em Word é editável e sai do mesmo modelo usado no gerador, então o conteúdo é idêntico ao do PDF preenchido aqui.

Como preencher um contrato de aluguel de terreno?

Nome do locador (dono do terreno)
Quem aluga o lote. A cláusula que decide o futuro deste contrato é a de construção: o que o inquilino erguer em terreno alheio, em regra, fica no terreno — autorizar ou vedar por escrito é o que evita a briga da acessão. Exemplo: Maria Oliveira Santos
CPF ou CNPJ do locador
Aceita CPF ou CNPJ no mesmo campo — o formato é reconhecido pelo número de dígitos, e o dígito verificador é conferido na hora. Quando quem assina é empresa, use o CNPJ, e não o CPF do sócio. Exemplo: 111.444.777-35
Nome do locatário
Nome completo da pessoa física, ou razão social da empresa. Evite apelido ou nome de fantasia: em caso de discussão, o documento precisa identificar exatamente quem é quem. Exemplo: Maria Oliveira Santos
CPF ou CNPJ do locatário
Aceita CPF ou CNPJ no mesmo campo — o formato é reconhecido pelo número de dígitos, e o dígito verificador é conferido na hora. Quando quem assina é empresa, use o CNPJ, e não o CPF do sócio. Exemplo: 111.444.777-35
Endereço do terreno
Endereço completo, com número, complemento, bairro, cidade e estado. Endereço pela metade é o defeito que mais tira utilidade deste tipo de documento. Exemplo: Rua das Acácias, 120, apto 43, Jardim Paulista, Campinas/SP
Descrição do terreno
Área, medidas, muros e a matrícula. Exemplo: lote urbano de 450 m² (15x30), murado, com portão, matrícula 12.345 do RI de Maringá/PR
Uso permitido
Escreva o uso e feche a porta do resto: o terreno alugado "para guardar material" que vira moradia improvisada é passivo jurídico do dono também. Exemplo: estacionamento rotativo de veículos leves, vedado qualquer outro uso
Valor mensal
O extenso é gerado sozinho a partir daqui. Se o valor em algarismo for adulterado depois, a divergência com o extenso denuncia a alteração — é exatamente para isso que a praxe exige os dois. Exemplo: 1.500,00
IPTU e encargos
No terreno urbano o repasse do IPTU ao inquilino é lícito com cláusula expressa — ao contrário do arrendamento rural, onde é vedado. Exemplo: IPTU por conta do locatário, pago com o aluguel mediante apresentação da guia; água e luz, se ligadas, também
Construções e benfeitorias
O coração do contrato: pela lei, a construção adere ao solo. Removível sai com o inquilino; alvenaria autorizada precisa de regra escrita de indenização — e a vedada é demolida às custas de quem ergueu. Exemplo: vedada qualquer construção em alvenaria; permitidas apenas instalações removíveis (guarita pré-fabricada, cobertura desmontável), retiradas pelo locatário na devolução, sem direito a indenização ou retenção
Prazo da locação
Informe prazo da locação. Exemplo: 24 meses, a partir de 01/11/2026, com devolução mediante aviso de 30 dias após o término
Cidade
Cidade onde o documento está sendo assinado. Aparece no fecho, antes da data. Exemplo: Campinas
Data
Vem preenchida com hoje. Troque se estiver documentando um fato anterior — data que não corresponde ao fato real enfraquece o documento e pode caracterizar declaração falsa.
Observações opcional
Campo livre para o que não coube nos demais: condição combinada, ressalva, número de parcela, forma de pagamento. Fica em branco no documento se você não preencher. Exemplo: a limpeza e a capina periódicas do terreno correm por conta do locatário

O que precisa constar no contrato de aluguel de terreno?

  • Identificação das partes e do terreno, com matrícula.
  • O uso permitido — fechado, sem "e afins".
  • IPTU e encargos com dono definido em cláusula expressa.
  • A regra de construções: removível, autorizada com destino, ou vedada.
  • Prazo, devolução limpa e duas testemunhas.

Erros comuns no contrato de aluguel de terreno

  • Deixar a cláusula de construção em branco e descobrir que o barracão erguido "é seu" — junto com a briga da indenização.
  • Alugar "para depósito" sem vedar outros usos e ver o terreno virar moradia ou atividade que a prefeitura autua no dono.
  • Não repassar o IPTU por escrito — sem cláusula expressa, a conta é do proprietário.
  • Ignorar que a locação comercial de terreno gera direito à renovatória: contratos longos com atividade comercial merecem atenção ao prazo.
  • Devolver "como está" sem cláusula de limpeza — remover entulho de anos custa caro e não tem dono.
  • Confundir o regime: terreno para plantio comercial é arrendamento rural, com prazos mínimos e regras que atropelam o contrato urbano.

Outros nomes para este documento

Locação de lote urbano
O nome técnico do mesmo contrato.
Aluguel de área
Como o mercado chama o lote para pátio e depósito.
Arrendamento de terreno
Nome que confunde: arrendamento é o regime RURAL produtivo — o lote urbano se aluga pela Lei do Inquilinato.

Terreno, garagem, rural ou publicidade: o contrato de cada pedaço de chão

O mesmo lote pode render por quatro contratos diferentes — cada um com sua lei.

Situação Use Por quê
Lote urbano para estacionamento, depósito, atividade Este contrato de terreno Locação não residencial da Lei 8.245.
Vaga de garagem avulsa Aluguel de garagem A unidade de vaga tem contrato e regras próprias.
Terra para lavoura ou pecuária Arrendamento rural Estatuto da Terra: prazos mínimos e preço em dinheiro.
O muro para anúncio Cessão de espaço publicitário Renda paralela, com as licenças municipais na conta certa.

Perguntas frequentes sobre o contrato de aluguel de terreno

O inquilino construiu no meu terreno. De quem é a obra?

Pela regra da acessão, o que se constrói adere ao solo — a obra é do dono do terreno, restando ao construtor discutir indenização conforme a boa-fé e a autorização. É exatamente a discussão que a cláusula 3 elimina: o removível sai com o inquilino sem indenização; a alvenaria só entra autorizada e com destino escrito (fica sem indenizar, fica indenizada, ou se desfaz). Construção vedada se demole à custa de quem ergueu.

Posso repassar o IPTU ao inquilino?

No terreno urbano, sim — a Lei do Inquilinato permite atribuir os encargos ao locatário por cláusula expressa, e é a praxe nesses contratos. O contraste que confunde: no arrendamento RURAL o repasse do ITR ao arrendatário é vedado. Regra prática do modelo: IPTU pago junto com o aluguel, contra a guia — assim o dono confere que a conta não atrasa em nome dele.

Aluguel de terreno dá direito a renovação compulsória?

Pode dar — a locação não residencial com atividade comercial no terreno (o estacionamento é o exemplo clássico) gera direito à ação renovatória quando fechados os requisitos: contrato escrito, prazo determinado, 5 anos ininterruptos e a mesma atividade por 3. O dono que não quer inquilino perpétuo administra os prazos; o inquilino que investiu no ponto os persegue. Os dois precisam saber que a régua existe.

Quem responde se a atividade no terreno der problema?

O locatário, pela atividade — alvará do estacionamento, licença do food park, barulho, ambiental — como a cláusula 4 registra. Mas a prefeitura e o vizinho batem primeiro na matrícula: multas prediais chegam em nome do dono, que se ressarce pelo contrato. Por isso o uso permitido fechado e a vedação de sublocação: o dono precisa saber o que acontece no chão que é dele.

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