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Modelário

Recibo de Sinal

Preencha e baixe um recibo de sinal em PDF, com valor total, saldo restante e prazo. Grátis, sem cadastro, direto no navegador.

O valor por extenso é escrito automaticamente.

O saldo restante é calculado por você e informado abaixo.

O valor por extenso é escrito automaticamente.

Descreva com precisão o que está sendo negociado.

Modelo para uso comum. Não substitui orientação de advogado ou contador.

O que é um recibo de sinal

O recibo de sinal comprova o pagamento de uma parte do valor como garantia de que o negócio será concluído. No direito brasileiro esse adiantamento é chamado de arras, e ele tem efeito próprio: se quem pagou desiste, em regra perde o sinal; se quem recebeu desiste, em regra devolve em dobro.

Quando usar

Sempre que houver adiantamento para reservar um bem ou garantir uma contratação — compra de veículo, reserva de imóvel, encomenda de móvel sob medida, contratação de serviço com data marcada. O documento precisa registrar não só o que foi pago, mas o total, o saldo e o prazo, porque é essa moldura que dá sentido ao sinal.

  • Compra de veículo usado

    Sinal para segurar o carro até a transferência. Descreva placa e chassi, não apenas o modelo.

  • Reserva de imóvel

    Adiantamento antes do contrato definitivo. Identifique o imóvel pela matrícula sempre que possível.

  • Encomenda sob medida

    Móvel planejado, obra, peça personalizada. O sinal cobre o início da produção e protege quem fabrica.

  • Contratação de serviço com data marcada

    Buffet, fotógrafo, transporte. O sinal reserva a data e compensa o prestador em caso de desistência.

  • Pagamento final do negócio

    Ao quitar o saldo, o documento certo é o recibo de quitação, que encerra a obrigação.

    Ir para Recibo de Quitação de Dívida →

Modelo de recibo de sinal preenchido

Assim fica o documento pronto. O exemplo abaixo é gerado pelo mesmo motor que monta o seu arquivo, com dados fictícios no lugar dos seus — é exatamente o que sai no PDF, não uma ilustração.

Recibo de Sinal

R$ 3.000,00

Eu, Maria Oliveira Santos, inscrito(a) no CPF/CNPJ sob o nº 111.444.777-35, declaro que recebi de João Pereira Lima, inscrito(a) no CPF/CNPJ sob o nº 111.444.777-35, a importância de R$ 3.000,00 (três mil reais), a título de SINAL referente à negociação de veículo Fiat Argo 2022, placa ABC-1D23, cor prata, chassi 9BD1234567890.

O valor total do negócio é de R$ 15.000,00 (quinze mil reais), restando o saldo de R$ 12.000,00 (doze mil reais), a ser pago até 30 de setembro de 2026.

em caso de desistência do comprador, o sinal será retido pelo vendedor

Campinas, 12 de março de 2026.

Maria Oliveira Santos — CPF/CNPJ 111.444.777-35

Nomes, documentos e valores são inventados, apenas para mostrar o formato. Preencha o formulário no alto da página para gerar o seu.

Modelo em branco para baixar

Se preferir preencher à mão ou editar o texto, baixe o modelo vazio. O arquivo em Word é editável e sai do mesmo modelo usado no gerador, então o conteúdo é idêntico ao do PDF preenchido aqui.

Como preencher, campo a campo

Valor do sinal recebido
O extenso é gerado sozinho a partir daqui. Se o valor em algarismo for adulterado depois, a divergência com o extenso denuncia a alteração — é exatamente para isso que a praxe exige os dois. Exemplo: 3.000,00
Valor total do negócio
O valor cheio combinado. Sem ele, o sinal fica solto: não dá para saber quanto falta nem qual proporção já foi paga, e é exatamente isso que costuma virar discussão depois. Exemplo: 15.000,00
Saldo restante a pagar
Diferença entre o total e o sinal. Escrever o saldo explicitamente evita aritmética divergente entre as partes na hora de fechar o negócio. Exemplo: 12.000,00
Objeto do negócio
Identifique o bem ou serviço de forma que não reste dúvida: modelo, placa, chassi, matrícula do imóvel, especificação do serviço. Sinal pago sobre objeto mal descrito é o começo clássico do problema. Exemplo: veículo Fiat Argo 2022, placa ABC-1D23, cor prata, chassi 9BD1234567890
Prazo para conclusão do negócio
Data-limite para o pagamento do saldo e a conclusão. É o prazo que define quando o negócio pode ser considerado desfeito, e sem ele a situação fica indefinida. Exemplo: até 30 de setembro de 2026
Nome de quem recebeu o sinal (vendedor)
Nome completo da pessoa física, ou razão social da empresa. Evite apelido ou nome de fantasia: em caso de discussão, o documento precisa identificar exatamente quem é quem. Exemplo: Maria Oliveira Santos
CPF ou CNPJ de quem recebeu
Aceita CPF ou CNPJ no mesmo campo — o formato é reconhecido pelo número de dígitos, e o dígito verificador é conferido na hora. Quando quem assina é empresa, use o CNPJ, e não o CPF do sócio. Exemplo: 111.444.777-35
Nome de quem pagou o sinal (comprador)
Nome completo da pessoa física, ou razão social da empresa. Evite apelido ou nome de fantasia: em caso de discussão, o documento precisa identificar exatamente quem é quem. Exemplo: João Pereira Lima
CPF ou CNPJ de quem pagou
Aceita CPF ou CNPJ no mesmo campo — o formato é reconhecido pelo número de dígitos, e o dígito verificador é conferido na hora. Quando quem assina é empresa, use o CNPJ, e não o CPF do sócio. Exemplo: 111.444.777-35
Cidade
Cidade onde o documento está sendo assinado. Aparece no fecho, antes da data. Exemplo: Campinas
Data
Vem preenchida com hoje. Troque se estiver documentando um fato anterior — data que não corresponde ao fato real enfraquece o documento e pode caracterizar declaração falsa.
Observações opcional
É aqui que se escreve o que acontece se alguém desistir. Sem essa combinação expressa, aplicam-se as regras gerais das arras, que muita gente desconhece — deixar por escrito evita surpresa. Exemplo: em caso de desistência do comprador, o sinal será retido pelo vendedor

O que precisa constar

  • Valor do sinal, em números e por extenso.
  • Valor total do negócio e saldo restante.
  • Descrição precisa do bem ou serviço negociado.
  • Prazo para conclusão e pagamento do saldo.
  • Identificação completa das duas partes, com CPF ou CNPJ.
  • Cidade, data e assinatura de quem recebeu.

Erros comuns

  • Não informar o valor total. Sem ele o sinal fica solto e ninguém sabe quanto falta.
  • Descrever o objeto de forma genérica ("um carro", "um apartamento"), o que abre discussão sobre o que exatamente foi reservado.
  • Omitir o prazo, deixando indefinido quando o negócio pode ser considerado desfeito.
  • Não combinar por escrito o que acontece em caso de desistência.
  • Confundir sinal com caução — um é parte do preço, o outro é garantia devolvível.
  • Escrever apenas "entrada", sem deixar claro que o valor tem função de sinal.

Outros nomes para este documento

Arras
O nome técnico do sinal no Código Civil. É o mesmo instituto, e é dele que vêm as regras sobre perda e devolução em dobro.
Entrada
Uso corrente, mas nem toda entrada é sinal. Entrada pode ser só a primeira parcela, sem função de garantia. O que define é o que o documento diz.
Caução
Diferente. Caução é garantia que volta ao fim, como o depósito em locação; o sinal é parte do preço e se incorpora ao valor pago.

Sinal, entrada ou caução

Os três são valores pagos antes, mas com efeitos jurídicos bem diferentes quando algo dá errado.

Situação Use Por quê
Garantir que o negócio será concluído Sinal (arras) Tem efeito próprio na desistência: perda ou devolução em dobro, conforme quem desistiu.
Primeira parcela de um parcelamento já fechado Entrada, com recibo de pagamento Não há função de garantia, apenas pagamento parcial.
Garantia devolvível ao fim do contrato Caução Volta a quem pagou quando a obrigação é cumprida.
Negócio concluído e saldo quitado Recibo de quitação Encerra formalmente a obrigação inteira.

Perguntas frequentes

Se o comprador desistir, perde o sinal?

Em regra, sim: é o efeito próprio das arras. Mas o que as partes combinaram por escrito prevalece, e por isso vale registrar isso no campo de observações.

E se quem recebeu o sinal desistir?

A regra geral é a devolução em dobro. Também aqui a combinação escrita entre as partes é o que orienta primeiro.

O sinal faz parte do preço?

Sim. Concluído o negócio, ele é abatido do valor total — diferente da caução, que é devolvida à parte.

Qual valor costuma ser cobrado de sinal?

Não há percentual definido em lei. Na prática varia bastante, entre 10% e 30% do total, conforme o costume do setor e o que as partes negociarem.

Preciso de contrato além do recibo?

Para negócios simples, um recibo de sinal bem descrito costuma bastar. Para imóveis e valores altos, o recomendável é um contrato próprio, com o recibo documentando o pagamento.

O que acontece se o prazo vencer sem conclusão?

Depende do que foi combinado e de quem deu causa. Ter prazo escrito é o que permite discutir isso com clareza — sem ele, a situação fica indefinida.

Preciso reconhecer firma?

Não é obrigatório. Em valores altos, especialmente em negócio imobiliário, é prática comum e reduz a chance de contestação.

Posso pagar sinal por PIX?

Pode. Guarde o comprovante junto do recibo: o comprovante prova a transferência, e o recibo prova que ela era sinal daquele negócio específico.

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