Recibo de Quitação de Dívida
Preencha e baixe um recibo de quitação de dívida em PDF, com valor por extenso e descrição da origem do débito. Grátis, sem cadastro.
Modelo para uso comum. Não substitui orientação de advogado ou contador.
O que é um recibo de quitação de dívida
O recibo de quitação de dívida é o documento em que o credor declara ter recebido o pagamento e encerra formalmente a cobrança. Vai além do recibo comum: não apenas comprova o pagamento, mas declara que nada mais é devido sobre aquela dívida específica, o que impede que ela seja reapresentada depois.
Quando usar
Ao pagar a última parcela de um acordo, ao encerrar um empréstimo pessoal, ao liquidar um débito que estava em negociação. Para quem paga, é o documento mais importante da relação inteira: sem ele, mesmo tendo pago, você continua exposto a uma cobrança futura e à necessidade de provar que quitou.
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Fim de empréstimo entre particulares
Dinheiro emprestado a conhecido, pago de volta. A quitação encerra o assunto de forma inequívoca.
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Última parcela de um acordo
Nas parcelas anteriores use recibo comum; na última, quitação, descrevendo o acordo inteiro que se encerra.
Ir para Recibo de Pagamento → -
Negociação de dívida vencida
Quando credor e devedor chegam a um valor de acerto, a quitação registra que aquele valor encerrou o débito.
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Resgate de nota promissória
Ao pagar uma promissória, exija a via original de volta e um recibo de quitação. Título quitado na mão do credor é risco.
Ir para Nota Promissória → -
Encerramento de contrato de serviço
Quando as partes querem registrar que nada mais é devido de parte a parte ao fim da prestação.
Modelo de recibo de quitação de dívida preenchido
Assim fica o documento pronto. O exemplo abaixo é gerado pelo mesmo motor que monta o seu arquivo, com dados fictícios no lugar dos seus — é exatamente o que sai no PDF, não uma ilustração.
Recibo de Quitação de Dívida
R$ 1.237,42
Eu, Maria Oliveira Santos, inscrito(a) no CPF/CNPJ sob o nº 111.444.777-35, declaro que recebi de João Pereira Lima, inscrito(a) no CPF/CNPJ sob o nº 111.444.777-35, a importância de R$ 1.237,42 (mil duzentos e trinta e sete reais e quarenta e dois centavos), referente a empréstimo pessoal concedido em 12 de março de 2025, no valor original de R$ 3.000,00.
Com o recebimento da quantia acima, DOU PLENA, RASA, GERAL E IRREVOGÁVEL QUITAÇÃO da dívida descrita, nada mais tendo a reclamar a esse título, seja a que tempo ou pretexto for.
quitação da terceira e última parcela do acordo
Campinas, 12 de março de 2026.
Nomes, documentos e valores são inventados, apenas para mostrar o formato. Preencha o formulário no alto da página para gerar o seu.
Modelo em branco para baixar
Se preferir preencher à mão ou editar o texto, baixe o modelo vazio. O arquivo em Word é editável e sai do mesmo modelo usado no gerador, então o conteúdo é idêntico ao do PDF preenchido aqui.
Como preencher, campo a campo
- Valor pago para quitação
- O extenso é gerado sozinho a partir daqui. Se o valor em algarismo for adulterado depois, a divergência com o extenso denuncia a alteração — é exatamente para isso que a praxe exige os dois. Exemplo: 1.237,42
- Nome do credor (quem recebe)
- Quem estava cobrando a dívida e agora dá a quitação. É quem assina o documento — e a assinatura dele é o que encerra a cobrança. Exemplo: Maria Oliveira Santos
- CPF ou CNPJ do credor
- Aceita CPF ou CNPJ no mesmo campo — o formato é reconhecido pelo número de dígitos, e o dígito verificador é conferido na hora. Quando quem assina é empresa, use o CNPJ, e não o CPF do sócio. Exemplo: 111.444.777-35
- Nome do devedor (quem pagou)
- Nome completo da pessoa física, ou razão social da empresa. Evite apelido ou nome de fantasia: em caso de discussão, o documento precisa identificar exatamente quem é quem. Exemplo: João Pereira Lima
- CPF ou CNPJ do devedor
- Aceita CPF ou CNPJ no mesmo campo — o formato é reconhecido pelo número de dígitos, e o dígito verificador é conferido na hora. Quando quem assina é empresa, use o CNPJ, e não o CPF do sócio. Exemplo: 111.444.777-35
- Origem da dívida
- O campo decisivo. Quitação vale pelo que está escrito: se a origem estiver vaga, sobra dúvida sobre o que exatamente foi encerrado. Cite o contrato, a data, o valor original e o que mais identifique aquele débito específico — e não outros que possam existir entre as mesmas pessoas. Exemplo: empréstimo pessoal concedido em 12 de março de 2025, no valor original de R$ 3.000,00
- Cidade
- Cidade onde o documento está sendo assinado. Aparece no fecho, antes da data. Exemplo: Campinas
- Data
- Data em que o pagamento final foi recebido.
- Observações opcional
- Campo livre para o que não coube nos demais: condição combinada, ressalva, número de parcela, forma de pagamento. Fica em branco no documento se você não preencher. Exemplo: quitação da terceira e última parcela do acordo
O que precisa constar
- Valor pago, em números e por extenso.
- Identificação completa de credor e devedor, com CPF ou CNPJ.
- Descrição precisa da dívida que está sendo quitada, com origem e data.
- Declaração expressa de quitação plena e irrevogável.
- Cidade, data e assinatura do credor.
Erros comuns
- Descrever a origem da dívida de forma vaga. A quitação vale pelo que está escrito, e texto genérico deixa dúvida sobre o que foi encerrado.
- Dar quitação plena quando ainda há parcelas em aberto.
- Usar recibo comum na última parcela, sem a cláusula de quitação — o efeito de encerramento não vem sozinho.
- Não exigir a devolução da nota promissória ou do título que garantia a dívida.
- Deixar de guardar o documento. Quem pagou é quem mais precisa dele.
- Assinar apenas uma via, deixando quem pagou sem cópia.
Outros nomes para este documento
- Termo de quitação
- Mesmo documento. "Termo" é a forma mais usada em contexto jurídico.
- Carta de quitação
- Também o mesmo, em formato de carta. Bancos e financeiras costumam usar esse nome ao encerrar um financiamento.
- Declaração de quitação
- Variação de nome sem diferença de efeito, desde que o texto declare a quitação.
Recibo comum ou recibo de quitação
Os dois comprovam pagamento, mas só um encerra a cobrança. A diferença aparece justamente quando há discussão.
| Situação | Use | Por quê |
|---|---|---|
| Pagamento avulso, sem dívida anterior | Recibo de pagamento | Não há débito a encerrar, apenas um valor a comprovar. |
| Parcela intermediária de um acordo | Recibo de pagamento | Quitação plena aqui seria errada: ainda há saldo devedor em aberto. |
| Última parcela ou pagamento único que encerra a dívida | Recibo de quitação | Declara que nada mais é devido e impede nova cobrança. |
| Dívida representada por promissória | Quitação + devolução do título | Sem o título de volta, ele pode circular ou ser protestado mesmo quitado. |
Perguntas frequentes
Quitação precisa de firma reconhecida?
Não é obrigatório, mas em valores relevantes vale a pena. É o documento que protege quem pagou, e reconhecer a firma reduz a chance de a assinatura ser contestada depois.
Quitação parcial existe?
Existe, e deve ser escrita como tal: quitação daquela parcela específica, não da dívida inteira. Este modelo é redigido para quitação total, então adapte o campo de observações se o caso for parcial.
O que significa "irrevogável"?
Que o credor não pode voltar atrás e recobrar aquela dívida. É o efeito principal do documento e o motivo de ele ser mais forte que um recibo comum.
A quitação cobre outras dívidas entre as mesmas pessoas?
Não. Ela alcança apenas a dívida descrita no documento. Por isso a descrição da origem é o campo mais importante.
Preciso de testemunhas?
Não é exigência legal. Em valores altos, duas testemunhas com nome, CPF e assinatura reforçam o documento e são fáceis de acrescentar à mão.
Serve para tirar o nome de cadastro de inadimplentes?
É o documento que comprova o pagamento e sustenta o pedido de baixa, mas a exclusão em si depende de quem incluiu o registro. Guarde a quitação e cobre a baixa do credor.
Quem deve assinar?
O credor — quem recebeu e está dando a quitação. A assinatura de quem pagou não é necessária, embora muitos incluam as duas.
Por quanto tempo guardar?
Enquanto a cobrança puder ser reapresentada. Para dívidas civis comuns, cinco anos é um horizonte prudente. Arquivo digital não ocupa espaço: guardar mais raramente é desvantagem.