Ficha de Anamnese Estética
Modelo revisado em
Preencha e baixe uma ficha de anamnese estética em PDF, com histórico de saúde, contraindicações e a LGPD dos dados sensíveis. Grátis.
Modelo para uso comum. Não substitui orientação de advogado ou contador.
O que é uma ficha de anamnese estética?
A ficha de anamnese estética colhe, antes do primeiro procedimento, o histórico que muda conduta: alergias, condições crônicas, medicamentos, ácidos e isotretinoína, gestação, hábitos. Assinada pelo cliente, é ao mesmo tempo ferramenta de segurança e prova de diligência — e, pela LGPD, um documento de dados sensíveis com guarda restrita.
Quando usar a ficha de anamnese estética?
No primeiro atendimento de todo cliente, com atualização periódica (a cada 6 meses é a praxe) e a cada mudança de saúde informada. A anamnese vem ANTES do consentimento: primeiro se conhece o cliente, depois se propõe o procedimento adequado, e o termo de consentimento fecha o ciclo. Estúdio que atende sem ficha descobre a alergia com a reação na cadeira.
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Primeiro atendimento no estúdio
A ficha de entrada de todo cliente novo — antes de qualquer agulha, ácido ou pigmento.
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O par obrigatório do consentimento
A anamnese conhece; o termo de consentimento informa e autoriza. Os dois juntos são o protocolo completo.
Ir para Consentimento para Procedimento Estético → -
Micropigmentação e lash
Alergia a pigmento e herpes labial são as perguntas que salvam o procedimento — e o cliente.
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Massoterapia e estética corporal
A mesma ficha, com as perguntas ajustadas: trombose, varizes e cirurgias recentes entram no histórico.
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Os dados sob a LGPD
Dado de saúde é sensível: o consentimento de tratamento e a guarda restrita são obrigação do estúdio.
Ir para Termo de Consentimento LGPD →
Modelo de ficha de anamnese estética preenchido
Assim fica o documento pronto. O exemplo abaixo é gerado pelo mesmo motor que monta o seu arquivo, com dados fictícios no lugar dos seus — é exatamente o que sai no PDF, não uma ilustração.
Ficha de Anamnese Estética
Profissional: Espaço Pele Viva Estética — Carla Mendes, esteticista, CPF/CNPJ nº 111.444.777-35. Cliente: Maria Oliveira Santos, CPF nº 111.444.777-35 — nascida em 12/05/1994; WhatsApp (41) 98765-4321; contato de emergência: Pedro, (41) 97777-6666.
Histórico de saúde
alergias: dipirona; sem diabetes, hipertensão, epilepsia ou cardiopatia; sem marca-passo ou pinos metálicos; sem queloide; herpes labial recorrente; não gestante, não lactante
Medicamentos e tratamentos
uso de ácido retinoico facial há 2 meses; sem isotretinoína nos últimos 12 meses; sem anticoagulantes; nenhum procedimento estético na área nos últimos 60 dias
Hábitos
exposição solar frequente; não fumante; pratica atividade física 4x por semana
Procedimento pretendido
limpeza de pele profunda com extração
DECLARO que as informações acima são verdadeiras e completas, que não omiti condição de saúde relevante e que comunicarei qualquer alteração antes de novos atendimentos. Estou ciente de que estes dados de saúde serão tratados exclusivamente para a segurança e a adequação dos procedimentos, com acesso restrito, nos termos da Lei Geral de Proteção de Dados. cliente orientada a atualizar esta ficha a cada 6 meses ou quando houver mudança de saúde
Campinas, 12 de março de 2026.
Nomes, documentos e valores são inventados, apenas para mostrar o formato. Preencha o formulário no alto da página para gerar o seu.
Modelo em branco para baixar
Se preferir preencher à mão ou editar o texto, baixe o modelo vazio. O arquivo em Word é editável e sai do mesmo modelo usado no gerador, então o conteúdo é idêntico ao do PDF preenchido aqui.
Como preencher uma ficha de anamnese estética?
- Nome do profissional ou estúdio
- A anamnese é a primeira ferramenta de segurança do atendimento: é ela que revela a alergia, a gestação e o ácido em uso ANTES do procedimento. Preenchida e assinada pelo cliente, é também a prova de que o profissional perguntou o que devia. Exemplo: Espaço Pele Viva Estética — Carla Mendes, esteticista
- CNPJ ou CPF do profissional
- Aceita CPF ou CNPJ no mesmo campo — o formato é reconhecido pelo número de dígitos, e o dígito verificador é conferido na hora. Quando quem assina é empresa, use o CNPJ, e não o CPF do sócio. Exemplo: 111.444.777-35
- Nome do cliente
- Nome completo da pessoa física, ou razão social da empresa. Evite apelido ou nome de fantasia: em caso de discussão, o documento precisa identificar exatamente quem é quem. Exemplo: Maria Oliveira Santos
- CPF do cliente
- Aceita CPF ou CNPJ no mesmo campo — o formato é reconhecido pelo número de dígitos, e o dígito verificador é conferido na hora. Quando quem assina é empresa, use o CNPJ, e não o CPF do sócio. Exemplo: 111.444.777-35
- Nascimento e contato
- Data de nascimento, telefone e um contato de emergência. Exemplo: nascida em 12/05/1994; WhatsApp (41) 98765-4321; contato de emergência: Pedro, (41) 97777-6666
- Histórico de saúde
- A lista que muda conduta: alergias (anestésicos, pigmentos, cosméticos), condições crônicas, marca-passo e metais (vetam correntes e radiofrequência), queloide, herpes (reativa em lábios), gestação e lactação. Pergunte tudo — o cliente responde e assina. Exemplo: alergias: dipirona; sem diabetes, hipertensão, epilepsia ou cardiopatia; sem marca-passo ou pinos metálicos; sem queloide; herpes labial recorrente; não gestante, não lactante
- Medicamentos e tratamentos em uso
- Os três que mais geram intercorrência: ácidos em uso, isotretinoína no último ano e anticoagulantes. Procedimento recente na mesma área também entra. Exemplo: uso de ácido retinoico facial há 2 meses; sem isotretinoína nos últimos 12 meses; sem anticoagulantes; nenhum procedimento estético na área nos últimos 60 dias
- Hábitos relevantes
- Sol, tabagismo, atividade física — o que interfere no resultado. Exemplo: exposição solar frequente; não fumante; pratica atividade física 4x por semana
- Procedimento pretendido
- O procedimento para o qual esta anamnese foi colhida. Exemplo: limpeza de pele profunda com extração
- Cidade
- Cidade onde o documento está sendo assinado. Aparece no fecho, antes da data. Exemplo: Campinas
- Data
- Vem preenchida com hoje. Troque se estiver documentando um fato anterior — data que não corresponde ao fato real enfraquece o documento e pode caracterizar declaração falsa.
- Observações opcional
- Campo livre para o que não coube nos demais: condição combinada, ressalva, número de parcela, forma de pagamento. Fica em branco no documento se você não preencher. Exemplo: cliente orientada a atualizar esta ficha a cada 6 meses ou quando houver mudança de saúde
O que precisa constar na ficha de anamnese estética?
- Identificação do profissional e do cliente, com contato de emergência.
- Histórico de saúde: alergias, crônicas, marca-passo, queloide, gestação.
- Medicamentos e tratamentos: ácidos, isotretinoína, anticoagulantes.
- A declaração de veracidade assinada pelo cliente.
- A cláusula LGPD: finalidade restrita e guarda protegida dos dados.
Erros comuns na ficha de anamnese estética
- Atender sem anamnese e descobrir a alergia com a reação instalada — o dano e a culpa juntos.
- Usar ficha genérica da internet sem as perguntas do SEU procedimento: a anamnese de limpeza de pele não pergunta o que a de micropigmentação exige.
- Colher a ficha uma vez e nunca atualizar — a gestação e o remédio novo mudam tudo, e a ficha velha não protege ninguém.
- Deixar as fichas em pasta aberta na recepção: dado de saúde vazado é infração à LGPD com o nome do estúdio.
- Cliente responder "de boca" e o profissional anotar — a ficha protege quando o CLIENTE declara e assina.
- Confundir anamnese com consentimento: uma pergunta, o outro autoriza — protocolos completos têm os dois.
Outros nomes para este documento
- Ficha de avaliação estética
- O mesmo documento, com ênfase na análise inicial.
- Ficha de cliente
- O nome de balcão — esta é a versão com o que importa.
- Anamnese capilar / corporal / facial
- As variantes por área: mesmo esqueleto, perguntas ajustadas ao procedimento.
Perguntas frequentes sobre a ficha de anamnese estética
A anamnese substitui o termo de consentimento?
Não — são as duas metades do protocolo. A anamnese colhe o histórico e revela contraindicações; o termo de consentimento informa riscos do procedimento escolhido e colhe a autorização. Na prática do estúdio organizado: ficha de anamnese no primeiro atendimento (atualizada periodicamente) e termo de consentimento a cada procedimento novo. Um sem o outro deixa metade da porta aberta.
O cliente mentiu na ficha. O profissional responde?
A ficha assinada inverte o jogo: a condição omitida pelo cliente transfere a ele as consequências da omissão — desde que a pergunta tenha sido feita, e é isso que a ficha prova. O que ela não cobre: a pergunta que o profissional não fez (ficha incompleta para o procedimento) e o sinal visível que ignorou. Anamnese boa é a que pergunta o que aquele procedimento precisa saber.
Por quanto tempo guardo as fichas? Posso digitalizar?
Guarde por, no mínimo, o prazo de responsabilidade civil — 5 anos é a referência prática, e estúdios prudentes guardam mais. Digitalizar pode e ajuda, desde que com acesso restrito e senha — dado de saúde é sensível na LGPD, e a planilha aberta no computador da recepção vale tanto quanto a pasta em cima do balcão. Descarte é destruição, não lixeira.
Posso usar as respostas para marketing ou pesquisa?
Não com esta ficha — o consentimento dela é específico: segurança e adequação dos procedimentos, como o texto declara. Usar o histórico de saúde para segmentar promoções é desvio de finalidade, infração central da LGPD para dados sensíveis. Marketing se faz com outro consentimento, separado e opcional — nunca embutido na ficha que o cliente precisa assinar para ser atendido.