Contrato de Compra e Venda de Celular
Modelo revisado em
Preencha e baixe um contrato de compra e venda de celular usado em PDF, com IMEI, desvinculação de contas e estado do aparelho. Grátis, sem cadastro.
Modelo para uso comum. Não substitui orientação de advogado ou contador.
O que é um contrato de compra e venda de celular?
O contrato de compra e venda de celular formaliza a venda do aparelho usado com o que o recibo genérico não cobre: o IMEI conferido, a declaração de procedência lícita, a desvinculação das contas Google/iCloud verificada no ato e o estado descrito com a saúde da bateria. É o papel que separa o bom negócio de usados do golpe.
Quando usar o contrato de compra e venda de celular?
Em toda venda de celular entre pessoas — OLX, grupos, conhecidos. O mercado de usados é gigante e os dois golpes clássicos também: para o comprador, o aparelho roubado ou preso em conta alheia; para o vendedor, o aparelho usado em crime depois da venda sem prova de quando saiu das mãos dele. Uma página resolve os dois.
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Venda pela OLX ou grupo de usados
O encontro presencial com contrato, IMEI consultado e desvinculação conferida no ato — o rito seguro do usado.
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Venda entre conhecidos
O aparelho vendido ao colega também merece papel: amizade não conserta tela nem desbloqueia iCloud.
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Notebook, console e eletrônicos
O mesmo esqueleto serve a qualquer eletrônico com número de série — adapte o campo do IMEI.
Ir para Recibo de Compra e Venda → -
Garantia oferecida na venda
O vendedor que oferece 30 dias de garantia formaliza no termo próprio, junto deste contrato.
Ir para Termo de Garantia de Produto → -
Celular dado, não vendido
A transferência gratuita é doação — outro contrato.
Ir para Contrato de Doação →
Modelo de contrato de compra e venda de celular preenchido
Assim fica o documento pronto. O exemplo abaixo é gerado pelo mesmo motor que monta o seu arquivo, com dados fictícios no lugar dos seus — é exatamente o que sai no PDF, não uma ilustração.
Contrato de Compra e Venda de Celular
VENDEDOR(A): Maria Oliveira Santos, inscrito(a) no CPF sob o nº 111.444.777-35.
COMPRADOR(A): Maria Oliveira Santos, inscrito(a) no CPF sob o nº 111.444.777-35.
Cláusula 1 — Objeto
O(A) vendedor(a) vende ao(à) comprador(a) o aparelho iPhone 14 Pro, 256 GB, roxo-profundo, IMEI 353915102643001, no seguinte estado, conferido pelo(a) comprador(a) no ato: usado, em bom estado, com marcas leves de uso na lateral; bateria com 87% de saúde; tela e câmeras sem defeito; acompanha caixa e cabo originais, sem carregador.
Cláusula 2 — Procedência e desvinculação
O(A) vendedor(a) declara que o aparelho tem procedência lícita, não consta como roubado, furtado ou impedido, e está livre de débitos, bloqueios e alienação junto a operadoras e financeiras. Quanto às contas: o vendedor declara que o aparelho foi restaurado ao padrão de fábrica, com as contas Google/iCloud desvinculadas e o "Buscar iPhone" desativado, conferido pelo comprador no ato.
Cláusula 3 — Preço e pagamento
O preço é de R$ 3.200,00 (três mil e duzentos reais), pago da seguinte forma: Pix no ato da entrega, conferido o recebimento antes da entrega do aparelho. Com o pagamento e a entrega, a posse e a responsabilidade pelo aparelho passam ao(à) comprador(a), dando as partes mútua quitação quanto ao objeto.
Cláusula 4 — Disposições finais
O estado descrito na Cláusula 1 foi verificado pelo(a) comprador(a), respondendo o(a) vendedor(a) pelos vícios ocultos na forma do Código Civil e pela veracidade das declarações de procedência, inclusive na esfera criminal. o aparelho tem garantia de fábrica vigente até 03/2027, com nota fiscal original entregue ao comprador
Campinas, 12 de março de 2026.
Nomes, documentos e valores são inventados, apenas para mostrar o formato. Preencha o formulário no alto da página para gerar o seu.
Modelo em branco para baixar
Se preferir preencher à mão ou editar o texto, baixe o modelo vazio. O arquivo em Word é editável e sai do mesmo modelo usado no gerador, então o conteúdo é idêntico ao do PDF preenchido aqui.
Como preencher um contrato de compra e venda de celular?
- Nome do vendedor
- Quem vende o aparelho. O contrato com IMEI e contas desvinculadas protege os dois lados do golpe clássico: o aparelho de procedência duvidosa para quem compra, e o uso criminoso pós-venda para quem vendeu. Exemplo: Maria Oliveira Santos
- CPF do vendedor
- Aceita CPF ou CNPJ no mesmo campo — o formato é reconhecido pelo número de dígitos, e o dígito verificador é conferido na hora. Quando quem assina é empresa, use o CNPJ, e não o CPF do sócio. Exemplo: 111.444.777-35
- Nome do comprador
- Nome completo da pessoa física, ou razão social da empresa. Evite apelido ou nome de fantasia: em caso de discussão, o documento precisa identificar exatamente quem é quem. Exemplo: Maria Oliveira Santos
- CPF do comprador
- Aceita CPF ou CNPJ no mesmo campo — o formato é reconhecido pelo número de dígitos, e o dígito verificador é conferido na hora. Quando quem assina é empresa, use o CNPJ, e não o CPF do sócio. Exemplo: 111.444.777-35
- Aparelho
- Marca, modelo, capacidade e cor. Exemplo: iPhone 14 Pro, 256 GB, roxo-profundo
- IMEI
- A identidade do aparelho. Antes de fechar, o comprador consulta o IMEI no site consultaaparelhoimpedido.com.br (Anatel): impedido por roubo ou bloqueio, o negócio morre aqui. Exemplo: 353915102643001
- Estado do aparelho
- Descreva com honestidade de vistoria: saúde da bateria, marcas, o que acompanha. O defeito declarado aqui não vira briga depois — o omitido, vira. Exemplo: usado, em bom estado, com marcas leves de uso na lateral; bateria com 87% de saúde; tela e câmeras sem defeito; acompanha caixa e cabo originais, sem carregador
- Desvinculação de contas
- A cláusula que evita o pesadelo número um: aparelho preso na conta do antigo dono é um peso de papel. Confira a desvinculação NO ATO, com o aparelho ligado — depois de pago, a boa vontade evapora. Exemplo: o vendedor declara que o aparelho foi restaurado ao padrão de fábrica, com as contas Google/iCloud desvinculadas e o "Buscar iPhone" desativado, conferido pelo comprador no ato
- Valor da venda
- O extenso é gerado sozinho a partir daqui. Se o valor em algarismo for adulterado depois, a divergência com o extenso denuncia a alteração — é exatamente para isso que a praxe exige os dois. Exemplo: 3.200,00
- Forma de pagamento
- Informe forma de pagamento. Exemplo: Pix no ato da entrega, conferido o recebimento antes da entrega do aparelho
- Cidade
- Cidade onde o documento está sendo assinado. Aparece no fecho, antes da data. Exemplo: Campinas
- Data
- Vem preenchida com hoje. Troque se estiver documentando um fato anterior — data que não corresponde ao fato real enfraquece o documento e pode caracterizar declaração falsa.
- Observações opcional
- Campo livre para o que não coube nos demais: condição combinada, ressalva, número de parcela, forma de pagamento. Fica em branco no documento se você não preencher. Exemplo: o aparelho tem garantia de fábrica vigente até 03/2027, com nota fiscal original entregue ao comprador
O que precisa constar no contrato de compra e venda de celular?
- Identificação de vendedor e comprador, com CPF.
- O aparelho com IMEI — consultado antes na base da Anatel.
- O estado descrito com bateria, defeitos e acessórios.
- A declaração de procedência e a desvinculação de contas conferida no ato.
- Preço, forma de pagamento e quitação.
Erros comuns no contrato de compra e venda de celular
- Comprar sem consultar o IMEI na base da Anatel — aparelho impedido é prejuízo total, e a consulta é grátis.
- Pagar antes de conferir a desvinculação do iCloud/Google com o aparelho ligado — depois do Pix, o desbloqueio vira favor.
- Vender sem contrato e sem data: o aparelho usado em golpe meses depois ainda rastreia até você.
- Aceitar "bateria ótima" no lugar do percentual de saúde que o próprio aparelho mostra.
- Encontrar o desconhecido em local ermo com o aparelho e o dinheiro — negócio de usados se fecha em lugar público.
- Esquecer a nota fiscal original quando existe: é ela que carrega a garantia de fábrica restante.
Outros nomes para este documento
- Recibo de venda de celular
- A versão resumida — este contrato acrescenta o que protege: IMEI, procedência e desvinculação.
- Termo de venda de aparelho usado
- O mesmo documento, em outro nome.
- Contrato de compra e venda de eletrônico
- A generalização natural — número de série no lugar do IMEI.
Celular usado: o rito seguro em quatro passos
A ordem dos passos é a proteção — cada um elimina um golpe antes do dinheiro passar.
| Situação | Use | Por quê |
|---|---|---|
| Antes do encontro | Consulta do IMEI na Anatel | Aparelho impedido por roubo ou débito morre aqui. |
| No encontro, aparelho ligado | Conferir desvinculação e estado | iCloud/Google removidos e bateria conferida ao vivo. |
| Fechando o negócio | Este contrato assinado | IMEI, procedência e quitação com data certa. |
| Se o vendedor deu garantia | Termo de garantia de produto | Prazo e cobertura por escrito, não por áudio. |
Perguntas frequentes sobre o contrato de compra e venda de celular
Como sei se o celular não é roubado?
Consulte o IMEI (digite *#06# no aparelho) no site oficial consultaaparelhoimpedido.com.br, da Anatel — de graça e na hora: aparelho com registro de roubo, furto ou bloqueio aparece como impedido. Some a nota fiscal original e a conferência do IMEI da caixa com o do aparelho. Vendedor que enrola para mostrar o IMEI já respondeu a pergunta.
Comprei e o aparelho está preso na conta do vendedor. E agora?
Sem a senha do antigo dono, nem a assistência desbloqueia — a trava anti-furto é projetada para isso. Exija a desvinculação imediata (o vendedor faz remotamente pelo site da Apple/Google); recusada, é vício que impede o uso: desfazimento da venda com devolução, por notificação e, se preciso, juizado. A prevenção do modelo — conferir no ato, antes de pagar — custa dois minutos.
Vendi meu celular e ele foi usado em golpe. Respondo?
O rastro para em quem prova quando o aparelho saiu de suas mãos — e é exatamente o que este contrato faz, com IMEI, data e identificação do comprador. Sem papel, você é o último dono conhecido na operadora e vai explicar isso na delegacia. Com ele, a resposta é uma folha. Vendedores frequentes guardam cópia de tudo por anos.
Usado entre particulares tem garantia?
Não a do CDC — entre pessoas físicas, sem fornecedor habitual, vale o Código Civil: o vendedor responde por vício oculto (defeito que já existia e não se via), com prazo de 30 dias para o comprador reclamar de bem móvel. Defeito declarado no contrato não é oculto — por isso a descrição honesta protege o vendedor. Garantia além disso é a que o termo próprio der.